Ressuscitou, Aleluia!

O nó que dá na garganta quando lembramos da agonia, a dor — que às vezes chega a ser física, quando imaginamos o que e como foi o flagelo, a coroa de espinhos que perfurou sua cabeça com extrema brutalidade, a subida até o Calvário carregando o madeiro da nossa redenção… O Amor pregado numa Cruz!

Porque teve que ser assim? Talvez essa seja a pergunta de muitos! Sem pecar, carregou sobre ele o peso do pecado! Sem cometer crime algum, foi condenado! No silêncio de Deus que se fez homem, erguido com incontáveis chagas… Não podíamos imaginar que estávamos sendo alvejados com o mais puro Amor!

Todo Sangue e Água derramados naquela Cruz… Do seu lado aberto uma fonte de misericórdia infinita! O silêncio reina no universo… Jesus Cristo entrega o Seu Espírito!

Da Paixão, valorizamos os Seus sofrimentos físicos, mas não nos damos conta de que seus sofrimentos espirituais foram muito mais dolorosos. A Paixão interna foi muito pior do que a externa. A Paixão espiritual foi muito pior do que a corporal. Ali, diante da Cruz, estava o Inferno inteiro. Todos os demônios estavam lá, ao redor da Cruz, contemplando com prazer seu triunfo: Deus crucificado! Esse era o maior de seus sonhos, seus desejos mais afeiçoados se tornavam realidade! O que eles não poderiam imaginar, nesse momento de vingança e ódio, era que a maior derrota foi sua maior vitória. A maior derrota neste mundo era a maior vitória do Reino dos Céus!

A vitória sobre a Morte ecoa pela eternidade! O nó na garganta agora é a vontade quase que incontrolável de Gritar: Aleluiaaaaa! A dor agora é do desejo de contemplar face a face Aquele que foi ao extremo e continua a fazê-lo a todo tempo por cada um de nós… Ele regressa ao Céu mais sublime, com todos os tesouros do Amor obtidos em Sua Paixão!

Talvez após essa reflexão, a pergunta agora seja outra. Que Amor é esse? Esse Amor é uma pessoa, chama-se: Jesus Cristo! E ele Vive e reina pelos séculos dos séculos!

Aleluia, Aleluia, Aleluia!

Por Neylor Salvador (Facebook)

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